Olha pra mim ! Veja quantas pequenas coisas posso te dar, tão simples e singelas que talvez nem notes...
Sou de amar pequenices, algumas especiais tolices, minúcias e delicadezas, como as que brilham nos olhos que amam e no pequeno suspiro de quem chega ao seu lugar.
Minha alma simplória quer sorrisos pequenos vindos de sentimentos enormes, apertos sutis nas mãos que geram força, cumplicidade.
Juro que posso te dar meu canto, notas soltas no ar, com tal entrega que talvez carregue um pedaço do meu corpo.
Dou-te minha alma em forma de poesia, que se inicia num momento de inexatidão e se amplia por todo universo, como se eu me jogasse ao abismo!
Posso me dar inteira, em frases curtas, ‘enlagrimecidas’ !!!
Olha pra mim só por um minuto e me retorne com um gesto simples.
Assim você enfeita meu mundo de esperanças!(Cassia Portugal - 2008)
quinta-feira, 24 de julho de 2008
domingo, 20 de julho de 2008
Prometo (Cássia Portugal)
Eu te prometo eternamente ser eu mesma,
e mesmo que queiras me mudar,
jamais ceder ao que me deixe acinzentada,
ou que cale meus credos.
Prometo ser leve e fera,
conforme houver luz ou medo,
pois minha alma frágil e sedenta,
não resiste à mentiras e ingratidões.
Prometo não esquecer quando me dás a mão.
Prometo não esquecer quando me arrancas o coração...
Nesta hora faço-te um juramento:
Ser tua em todo tempo em que fores meu!
Prometo ser água limpa pra lavar as manchas
Dos dias machucados por palavras torpes.
Ser mel que adoçe os amargos engasgados,
Ser fel que te desça pela garganta
Quando ousares ser desleal a nós dois.
Farei de ti, fonte e inspiração,
Desejo, ânsia e consolação,
Escudo, esparro, âncora, poço,
Meu presente e ausente...
Minutos enraivecidos,
Séculos de suspiros
fluentes, incontidos.
Prometo verter meu ego,
Se me quiseres abafar
E gritar em gestos ou sons
Quem está do lado de cá.
Prometo engolir o orgulho,
A vaidade, a necessidade vã de ser senhora de coisa qualquer,
Quando me tocares com vontade
E me fizeres sentir vontade
De apenas mostrar-me mulher.
Prometo acalmar tuas noites de insônia,
Ouvir teus silêncios
mesmo que meu peito clame por canções,
sempre que ouvir no ar
tua necessidade de ser apenas meu homem.
Eu te prometo eternamente ser eu mesma,
E exigir que sejas verdadeiro.
Derramar-te escárnio se te fizeres outro,
Um destes a quem eu cuspiria a face.
Juro idolatrar-te se te fizeres inteiro,
Este, a quem eu beijaria os pés.
Eu te prometo amor eterno,
Desde que sejas eternamente amável,
Adorável, impecável,
E releves meu pecado
De ser assim tão autêntica.
e mesmo que queiras me mudar,
jamais ceder ao que me deixe acinzentada,
ou que cale meus credos.
Prometo ser leve e fera,
conforme houver luz ou medo,
pois minha alma frágil e sedenta,
não resiste à mentiras e ingratidões.
Prometo não esquecer quando me dás a mão.
Prometo não esquecer quando me arrancas o coração...
Nesta hora faço-te um juramento:
Ser tua em todo tempo em que fores meu!
Prometo ser água limpa pra lavar as manchas
Dos dias machucados por palavras torpes.
Ser mel que adoçe os amargos engasgados,
Ser fel que te desça pela garganta
Quando ousares ser desleal a nós dois.
Farei de ti, fonte e inspiração,
Desejo, ânsia e consolação,
Escudo, esparro, âncora, poço,
Meu presente e ausente...
Minutos enraivecidos,
Séculos de suspiros
fluentes, incontidos.
Prometo verter meu ego,
Se me quiseres abafar
E gritar em gestos ou sons
Quem está do lado de cá.
Prometo engolir o orgulho,
A vaidade, a necessidade vã de ser senhora de coisa qualquer,
Quando me tocares com vontade
E me fizeres sentir vontade
De apenas mostrar-me mulher.
Prometo acalmar tuas noites de insônia,
Ouvir teus silêncios
mesmo que meu peito clame por canções,
sempre que ouvir no ar
tua necessidade de ser apenas meu homem.
Eu te prometo eternamente ser eu mesma,
E exigir que sejas verdadeiro.
Derramar-te escárnio se te fizeres outro,
Um destes a quem eu cuspiria a face.
Juro idolatrar-te se te fizeres inteiro,
Este, a quem eu beijaria os pés.
Eu te prometo amor eterno,
Desde que sejas eternamente amável,
Adorável, impecável,
E releves meu pecado
De ser assim tão autêntica.
Língua (Cássia Portugal)
É feito um corte, frio e agudo.
Me desce a lâmina que arrepia e me faz gueixa,
E que deixa: sexo, olhos, boca, mão,
Todos alertas e afoitos querendo chegar primeiro.
Mela a alma, como molha a pele,
Vela a morte do passado que esqueço,
Sem endereço, sem medo ou referencia,
Meu apelo é só querência,
Meu desejo: sem segredos.
Que esta lâmina me faça em retalhos,
E o frio que me percorre
Me transporte aos montes onde a brisa sopre
Serena e constante
Sedenta, amante,
Sugando o beijo do tempo
Pra que nunca acabe!
Me desce a lâmina que arrepia e me faz gueixa,
E que deixa: sexo, olhos, boca, mão,
Todos alertas e afoitos querendo chegar primeiro.
Mela a alma, como molha a pele,
Vela a morte do passado que esqueço,
Sem endereço, sem medo ou referencia,
Meu apelo é só querência,
Meu desejo: sem segredos.
Que esta lâmina me faça em retalhos,
E o frio que me percorre
Me transporte aos montes onde a brisa sopre
Serena e constante
Sedenta, amante,
Sugando o beijo do tempo
Pra que nunca acabe!
Fragmentos de idéias
Cada dia que nasce é tudo que começa de novo! Há muitas chuvas pra se secar e outras pra se dançar em baixo delas.
Não acredito que o amor tenha fim, só mudanças: muda de foco, de imagem, de direção, muda até o objeto do nosso amor, mas... O amor, não acaba. Porque o amor mora dentro da gente e não na outra pessoa. O outro, é apenas o reflexo do nosso amor.
Não acredito que o amor tenha fim, só mudanças: muda de foco, de imagem, de direção, muda até o objeto do nosso amor, mas... O amor, não acaba. Porque o amor mora dentro da gente e não na outra pessoa. O outro, é apenas o reflexo do nosso amor.
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